
Desde criança o cinema fez parte de minha vida, ainda faz. Lembro-me de quando assisti ao filme Hulk, ficava em baixo da mesa, tapando os ouvidos para não ver e fechando os olhos para não ouvir. Ou quando assistia aos episódios de sexta-feira 13 e morria de medo de dormir à noite.
É, o cinema exerce uma forte influência nas pessoas, crianças, nem se fala. Já ouvi relatos de vários amigos que começaram a fumar porque um persongem de um filme fumava enquanto planejava seu próximo "ataque" ou que começaram a beber porque Bond, James Bond, paquerava a mocinha do filme degustando de um bom vinho ou uísque. Quem não se impressionava com as cenas de Bruce Lee, lutando com mais de 20 homens, ótimos tempos.
Mas o tempo passou, as novas tecnologias estão aí e os filmes, cada vez mais, nos transportam para novos universos, alimentam nosso imaginário com cenas superproduzidas e cheias de efeito.
De repente, alguém resolve mostrar o universo das Relações Públicas na telona. A primeira produção de que me recordo é "Mera Coincidência", um retrato fiel do verdadeiro papel das Relações Públicas e sua postura diante dos sistemas políticos. (não assisti ao filme, apenas teço comentários acerca das cenas que colegas descreveram, perdoem -me).
Depois disso veio outra produção hollywoodiana, Hancock, uma vã tentativa de promover as Relações Públicas no mundo cinematográfico. Será?
Minha opinião. Esse filme apresenta, de forma caricata, como seria a vida de um profissional de Relações Públicas, enfim... Uma das cenas que me chamou atenção foi a do personagem tentando vender um produto para um grupo de empresários, diga-se de passagem, mercenários também. Daí vem meu questionamento, será que a abordagem do profissional foi adequada?
Relações Públicas não são meros vendedores (nada pessoal), mas estrategistas de comunicação, planejam de forma coerente todo o processo de construção de um produto ou serviço e sua inserção no mercado.
Ano passado eu fui ao festival Cine PE do audiovisual e, após a apresentação de um curta, ouvi seu diretor comentar sobre o motivo que o levou a produzir o filme e o que é necessário para se fazer um: "Levantem suas bundas da cadeira, saiam da frente do computador e façam alguma coisa, coloquem a mão na massa..." bom, esse ano tentamos fazer, eu e alguns colegas da faculdade (Isabela, Mirela, Stefania e Mendes).
É, o cinema exerce uma forte influência nas pessoas, crianças, nem se fala. Já ouvi relatos de vários amigos que começaram a fumar porque um persongem de um filme fumava enquanto planejava seu próximo "ataque" ou que começaram a beber porque Bond, James Bond, paquerava a mocinha do filme degustando de um bom vinho ou uísque. Quem não se impressionava com as cenas de Bruce Lee, lutando com mais de 20 homens, ótimos tempos.
Mas o tempo passou, as novas tecnologias estão aí e os filmes, cada vez mais, nos transportam para novos universos, alimentam nosso imaginário com cenas superproduzidas e cheias de efeito.
De repente, alguém resolve mostrar o universo das Relações Públicas na telona. A primeira produção de que me recordo é "Mera Coincidência", um retrato fiel do verdadeiro papel das Relações Públicas e sua postura diante dos sistemas políticos. (não assisti ao filme, apenas teço comentários acerca das cenas que colegas descreveram, perdoem -me).
Depois disso veio outra produção hollywoodiana, Hancock, uma vã tentativa de promover as Relações Públicas no mundo cinematográfico. Será?
Minha opinião. Esse filme apresenta, de forma caricata, como seria a vida de um profissional de Relações Públicas, enfim... Uma das cenas que me chamou atenção foi a do personagem tentando vender um produto para um grupo de empresários, diga-se de passagem, mercenários também. Daí vem meu questionamento, será que a abordagem do profissional foi adequada?
Relações Públicas não são meros vendedores (nada pessoal), mas estrategistas de comunicação, planejam de forma coerente todo o processo de construção de um produto ou serviço e sua inserção no mercado.
Ano passado eu fui ao festival Cine PE do audiovisual e, após a apresentação de um curta, ouvi seu diretor comentar sobre o motivo que o levou a produzir o filme e o que é necessário para se fazer um: "Levantem suas bundas da cadeira, saiam da frente do computador e façam alguma coisa, coloquem a mão na massa..." bom, esse ano tentamos fazer, eu e alguns colegas da faculdade (Isabela, Mirela, Stefania e Mendes).
Por Danilo Marinho
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