terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Uma inevitável leveza de ser...RP

Semana passada li no jornal que, segundo especialistas, 2009 seria o ano das conquistas. No entanto, o que acompanhamos nos noticiários é um verdadeiro apocalipse. Os ataques a Faixa de Gaza, as chuvas em Minas Gerais, a Celpe que quer cobrar uma tarifa retroativa, a taxa de Bombeiro que deve sofrer um reajuste de 6,39%. A quantidade de impostos que pagamos parece ser infinita a cada ano que passa, é muito imposto...

Pois bem, por tudo isso é que acredito que o mundo caminha, a passos largos, para as Relações Públicas. E essa afirmativa é bastante simples. Vivemos atualmente num paradoxo. Acompanhamos de perto um escarcéu de desastres naturais, ou não naturais, causados pelo homem mesmo.

Mas, ao mesmo tempo acompanhamos o surgimento de movimentos a favor dos direitos humanos, pró meio – ambiente, pró África, pró desabrigados em Santa Catarina. O que será que tem causado tudo isso? São muitos os questionamentos que temos, principalmente nessa época do ano, em que todos viemos de um balanço anual geral em 2008, virada de ano e tudo mais.

A crise mundial transformou o mundo numa bomba relógio?. Mas se sobrevivemos a queda da bolsa em 1929, porque não sobreviveríamos a essa?

Engraçado é que, ao acompanhar todos esses eventos só imagino novos horizontes para as Relações Públicas, imagino um “Novo Mundo” para a comunicação, principalmente organizacional. Mas qual a solução para esses problemas?

Não seria as Organizações Tabajara, com certeza não, mas sim uma verdadeira “força tarefa” para que tenhamos a possibilidade de vislumbrar uma perspectiva conciliatória entre israelenses e palestinos, entre corinthianos e palmeirenses, entre rubro-negros e alvirrubros, entre PT e PSDB (isso é possível?), entre Brasil e Argentina?. É para isso que existe o Mercosul. Já dizia o mestre Chico Scince: “Modernizar o passado é uma revolução musical, cadê as notas que estavam aqui. Não preciso delas, basta deixar tudo soando bem aos ouvidos...”.

Se conseguirmos harmonizar todos esses interesses em 2009, transformar a realidade de algumas pessoas, com certeza seria uma grande conquista. É, Relações Públicas é inevitável.


Por Danilo Marinho

Um comentário:

  1. Sim, precisamos - e com urgência - incentivar as relações públicas e utilizá-las como meios para promover a paz e a harmonia entre homens de todas as vertentes.

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