segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Guerra dos Sexos

Desde que me entendo por gente que ouvia falar na célebre frase: "Guerra dos sexos". Mas não imaginava que isso pudesse estar tão próximo da realidade de tanta gente. Inclusive a minha. No mundo corporativo esse conflito se torna agravante, pois os homens têm em sua maioria, seus salários mais altos do que os das mulheres.

Fazendo uma breve análise social, cultural e política, por exemplo, percebemos claramente que a mulher vem ocupando expressivamente seu espaço na sociedade. Contemporânea, assumiu novos valores, estabeleceu novas prioridades e isso acarretou em novas demandas do próprio mercado. Esses novos valores estabalecidos e estipulados colocaram o trabalho como um dos primeiros elementos dentro de suas escalas de prioridades. Assim, a taxa de fecundidade diminui e diminui também o número de "donas de casa" nos lares. O que implica no aumento da competitividade feminina e aumenta o nível de equivalência entre homens e mulheres no mercado.

Conversando com uma amiga que, recentemte, foi contratada para o cargo de gestora em uma empresa, ela comentou que não era reconhecida como tal pelo restante dos funcionários, certamente por ser mulher e sem dúvida por ser muito jovem. Sei lá, paternalismo da sociedade, machismo, crenças que ainda estão bem vivas nas relações sociais, principalmente no mundo corporativo, não justificam tal postura, mas devemos enxergar que isso é uma realidade e não podemos omitir...

Esses conflitos de gêneros se estendem por todas as áreas profissionais. No campo da comunicação/relações públicas não seria diferente. Sengundo Grunig, 80% dos profissionais formados em RP nos EUA são mulheres. No Brasil isso não é tão distante. Grande parte dos profissionais formados são do sexo feminino. Basta dá uma passeada, lá pela faculdade mesmo, que você constatará essa realidade. Entretanto isso não é o suficiente para que as mulheres ocupem é pé de igualdade os cargos de chefia nas organizações.

Di Stefano, Diretor da ICI (Integrated Coaching Institute) afirma que, devido a fatores sociais, as mulheres esperam que seu trabalho seja reconhecido, enquanto que os homens buscam demonstrar a importância do que fazem. A grande realidade dos fatos é que as mulheres são maioria no mundo e que, nessa condição se tornam um público totalmente estratégico para as ações de RP. Que as digam as dezenas de profissionais espalhadas pelo mundo.

Por Danilo Marinho

2 comentários:

  1. Acho que tanto os homens quanto as mulheres, tem capacidade profissional! ;D
    ;)

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  2. Na recente pesquisa que o CONFERP fez com os registrados descobriu que tambem 80% são mulheres. Na guerra dos sexos das RRPP eu considero que os injustiçados somos nós os homens, pois é um mercado muito feminino, para nao dizer feminista hahahahha

    MATEUS

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