quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Por uma nova Relações Públicas!


...Souberam se posicionar diante desse novo cenário e construiram uma nova face profissional. Essas novas demandas sociais - sustentabilidade, responsabilidade social, ética - acabaram por se tornar importantes instrumentos de comunicação e relacionamento entre organizações e seus públicos.

Entretanto, se encararmos essas novas demandas como tendências, ou algo passageiro, efêmero, fulgaz, o sentido de todo esse investimento social vai por água abaixo. Se me perguntar porque, direi apenas que já eram demandas no século passado. Há registros de organizações não governamentais ainda na década de 1960  nos Estados Unidos. Isto significa que a população, já naquela época tinha a esperança de dias melhores.

Imaginemos então um mundo onde a Sustentabilidade, Responsabilidade Social, Ética, são regra e não exceção. Como se comportariam as empresas que apenas as utilizam como forma de ação pontual, legítima de tentativa de contribuir para um outro mundo possível (Fórum Social Mundial 2010).

A experiência que tive no Fórum Social Mundial este ano me mostrou que estamos muito longe do que desejamos para um mundo realmente melhor; durante a oficina que realizei na Tenda da Juventude, conversávamos sobre desenvolvimento sustentável e outras coisas. Durante a conversa, falávamos de reciclagem e como transformar a sociedade, deixando -a mais consciente de que não se pode voltar atrás quando o impacto é muito negativo para o meio ambiente etc.

De repente percebo que o local onde era realizada a atividade estava completamente sujo com garrafas, pratos, copos que os paticipantes haviam jogado no chão....

Como se posicionar diante de uma situação, aparentemente primária, que ainda é um grande paradoxo social? as Relações Públicas em sua essência traz essa possibilidade de renovação, pois o equilíbrio é um dos seus principais alicerces.

Por isso temos que para de discutir tanto e começar a trabalhar, só através do trabalho poderemos mudar alguma coisa. Isso se realmente quisermos

Por Danilo Marinho

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